12 de abril de 2016

Aqueles textos sem sentido...

             
 Era uma tarde fria de Setembro. Fui ao hospital para tirar uma verruga que tanto me incomodava. Ela decidira habitar minha testa há anos, isso me irritava.
               Na verdade, eu nem pensava em cirurgia naquele momento, na minha cabeça só se passava a equação que eu não consegui resolver na aula de Matemática. Sério, isso me incomodava; Matemática é uma matéria que eu aprecio muito. Depois de pegar exame ano passado, temo ela, então preciso me esforçar.
               Chamaram meu nome e eu fui atendida. Nunca passei por uma cirurgia antes – apesar desta ser pequena, só de pensar que irão usar um bisturi em mim, sinto agonia e até mesmo medo. Mas é algo simples e rápido, nem sinto dores. Só é estranho estar sendo costurada.
               Após pagar tudo e anotar cada gasto na caderneta de poupança, fui ao banco resolver alguns problemas e já paguei algumas contas que minha mãe pediu. Encontrei um velho amigo, que disse que iria sentir falta da minha verruga e então me convidou para jantar, aceitei.
               Depois de horas escolhendo uma roupa adequada, finalmente concluí meu visual. Ele veio até minha casa para me buscar, então seguimos caminhando. Entramos em consenso  e escolhemos salmão como prato principal. Mas eu esqueci que era alérgica a esta comida, e tivemos de chamar a ambulância para eu ir rapidamente ao hospital.

               Quando deitei na maca, observei a Lua e então ouvi meu amigo dizer, sílaba por sílaba, “eu te amo”.

Esse texto foi produção minha mesmo, espero que tenham gostado. Ele é meio maluco assim, pois foi um texto que escrevi para Língua Portuguesa, onde eu teria de incluir as seguintes palavras: verruga, caderneta de poupança, salmão, Lua, equação e sílaba.

:D

Nenhum comentário:

Postar um comentário